Demo interativa do MCP Economatica: cada bloco é alimentado por uma tool do servidor — o nome (ex. news_trending) e o que ela faz aparecem marcados em cada seção. Dados reais de ações e macro da B3, fundos, FIIs, renda fixa e risco de crédito.
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Sentimento (24h)−28Negativo · 1.596 notícias
Ibovespa−0,28%Futuro fechou aos 177.785 pts (à vista em queda, descolado de NY, que subiu) · pressionado por blue chips e pela nova pesquisa Genial/Quaest, com o mercado à espera do anúncio de tarifas dos EUA · série à vista T-1 (176.641 em 14/07)
DólarR$ 5,07À vista praticamente estável no pregão de 15/07, a R$ 5,07 (futuro +0,08% a R$ 5,099) · JPMorgan não vê o real entre as moedas mais atrativas da América Latina
No radarCenário eleitoral + Netflix amanhãPesquisa Genial/Quaest ampliou a vantagem de Lula sobre Flávio e ligou o ruído eleitoral na Bolsa · varejo BR de maio e balanço da Netflix amanhã (16/07) · anúncio de tarifas dos EUA e Irã × EUA seguem no radar · FOMC 29/07 · COPOM 05/08 (corte de 25 bps ainda precificado)
Morning notefechamento do dia · 18h33 (BRT)
A quarta fechou no vermelho na B3, na contramão de Wall Street: o Ibovespa recuou pressionado por blue chips, à espera do anúncio de tarifas dos EUA e sob o peso do cenário eleitoral — a nova pesquisa Genial/Quaest ampliou a vantagem de Lula e desenhou uma "tempestade negativa perfeita" para Flávio Bolsonaro. O contrato futuro caiu 0,28%, aos 177.785 pontos, enquanto o dólar ficou praticamente estável a R$ 5,07 e a curva de DI abriu de leve. O dia foi de dispersão setorial: TOTVS (+3,97%), Gerdau (+3,73%) e Ultrapar (+3,35%) lideraram as altas, enquanto o setor elétrico afundou (Braskem −6,3%, Engie −5,79%, ISA Energia −4,96%) após ofertas de ações. O grande destaque negativo foi a Ânima (ANIM3), que desabou ~33% — a maior queda desde o IPO — depois que o mercado reprovou a compra da FMU. Lá fora, Wall Street fechou majoritariamente em alta (S&P 500 +0,38%), com o Oriente Médio no radar: Trump avalia opções militares contra o Irã, que descartou negociar.
Lá foraWall Street fechou majoritariamente no positivo — S&P 500 +0,38% (7.572 pts) e Dow Jones +0,29% (52.658), com o Nasdaq 100 na contramão (−0,28%, 29.502). O Oriente Médio dominou o noticiário: segundo o WSJ, Trump discutiu opções militares contra o Irã — de intensificar ataques aéreos a tomar ilhas iranianas —, embora ainda prefira a diplomacia; Teerã descartou negociar e prometeu responder. O petróleo fechou em leve alta com o conflito em foco, mas o Citi ainda projeta trajetória de queda no médio prazo.
AquiO Ibovespa fechou em queda, descolado de NY, pressionado por blue chips: a pesquisa Genial/Quaest, que ampliou a vantagem de Lula e trouxe uma "tempestade" para Flávio Bolsonaro, ligou o ruído eleitoral, e o mercado seguiu à espera do anúncio de tarifas dos EUA (cujo prazo era hoje). Futuro −0,28% aos 177.785 pts; dólar praticamente estável a R$ 5,07 (futuro +0,08% a R$ 5,099); a curva de DI abriu de leve (DI jan/33 +5 bps a 14,34%). Maiores altas: TOTVS (+3,97%), Gerdau (+3,73%) e Ultrapar (+3,35%); maiores quedas: Braskem (−6,3%), Engie (−5,79%) e ISA Energia (−4,96%).
CorporativoÂnima (ANIM3) desabou 32,75%, a R$ 1,93 — maior queda diária desde o IPO — após o mercado reprovar a compra da FMU por R$ 410 mi (preço e alavancagem no centro das críticas de BBA, Bradesco BBI, Morgan Stanley e Goldman). O setor elétrico foi pressionado por ofertas de ações (Engie e ISA Energia). O BofA elevou B3 (B3SA3) para compra (potencial de +40%) e o Goldman rebaixou Blau (BLAU3) para venda. A CVM deu voto favorável à OPA da Ecopetrol sobre a Brava (BRAV3), e a MRV (MRVE3) subiu leve após desinvestir ativos da Luggo. A AALR reportou o resultado anual (FY2025).
De olhoAmanhã 16/07: vendas do varejo de maio no BR e balanço da Netflix, que abre a temporada de tecnologia nos EUA · o cenário eleitoral (pós-Quaest) e o anúncio de tarifas dos EUA seguem no centro do radar doméstico · Oriente Médio tenso (Irã × EUA) mantém o petróleo volátil · adiante: WEGE3 (22/07) e VALE3 (30/07) abrem o 2T das carteiras, FOMC 29/07 (apostas de alta esvaziadas pelo CPI) e Copom 05/08 (corte de 25 bps ainda no radar).
news_searchnews_sentiment_overviewcalendar_searchA Morning Note é sintetizada das notícias mais relevantes, do termômetro de sentimento agregado (24h) e da agenda do dia.
Destaques
news_trendingnews_searchNotícias rankeadas por impacto e ativos mais comentados — busca semântica sobre o fluxo de notícias B3/macro, com sentimento e score de relevância.
O índice recuou nesta quarta, descolado de Wall Street (que fechou majoritariamente em alta), pressionado por blue chips e pelo cenário eleitoral: a nova pesquisa Genial/Quaest ampliou a vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro. O mercado seguiu à espera do anúncio de tarifas dos EUA. Futuro −0,28% aos 177.785 pts; dólar praticamente estável a R$ 5,07.
A ação despencou 32,75%, a R$ 1,93 — a maior queda diária desde o IPO — depois que o mercado reprovou a aquisição da FMU por R$ 410 mi. Analistas de Itaú BBA, Bradesco BBI, Morgan Stanley e Goldman Sachs apontaram preço e alavancagem como os pontos que mais desagradaram.
As elétricas lideraram as quedas depois de protocolarem ofertas primárias de ações — a ISA Energia pediu registro de ~22,2 milhões de PN. Engie recuou 5,79% e ISA Energia, 4,96%; o setor de utilities puxou o índice para baixo ao longo do pregão.
O Bank of America subiu a recomendação de neutra para compra, argumentando que a forte queda recente do papel abriu um ponto de entrada atrativo. A ação subiu na contramão de um pregão majoritariamente negativo para a Bolsa.
A nova Genial/Quaest ampliou a vantagem do presidente e desenhou uma "tempestade negativa perfeita" para Flávio Bolsonaro — leitura que ligou o ruído eleitoral e pesou sobre a Bolsa ao longo da tarde, um dos motores da queda do Ibovespa no dia.
O Goldman Sachs cortou a recomendação de compra para venda e reduziu o preço-alvo de R$ 11,50 para R$ 10, num rebaixamento duplo que derrubou o papel da farmacêutica na sessão desta quarta.
O barril subiu levemente com o Oriente Médio no radar: Trump avalia opções militares contra o Irã (do reforço de ataques a tomar ilhas iranianas, segundo o WSJ), enquanto Teerã descartou negociar e prometeu responder. O Citi, porém, ainda projeta trajetória de queda do petróleo no médio prazo.
Gráficos
IbovespaFechamento diário · últimos 3 meses · asof 14/07
benchmarks_historySérie histórica de índices (IBOV, CDI, IDIV…): fechamento, retorno e base 100.
Inflação implícita (breakeven)IPCA precificado por vencimento · NTN-B vs prefixado · 15/07
breakeven_inflation_curveInflação implícita por vencimento: cruza NTN-B (juro real) com prefixados (nominal).
Sentimento de notícias · PETR4Net sentiment semanal (−1 a +1) · mai – jul/26 · 1.354 notícias
news_sentiment_trendCurva de sentimento de um ativo ou tema no tempo, com direção (melhorando/piorando) — buckets diários ou semanais.
Direção: piorando na janela (−0,66 desde 11/05) — o papel roda abaixo de zero desde meados de maio, com uma única trégua em 08/06 (−0,07); a última semana fechada (06/07) veio a −0,26 e a semana corrente (parcial, 38 notícias) está em −0,39, ainda no campo negativo, mas acima da pior leitura da série (15/06, −0,41). A versão por ativo do termômetro do topo da página.
Matriz de correlação — ativos mais líquidosRetornos diários · 12 meses (jul/25 – jul/26) · 249 pregões
correlation_matrixMatriz de correlação dos retornos diários + retorno e volatilidade anualizados por ativo.
Correlação de Pearson dos retornos diários (proventos reinvestidos). Simulação quantitativa — não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
Fundos · raio-X de um fundo CVM
Exemplo: Alaska Black FIC (Alaska Investimentos), um dos fundos de ações mais conhecidos do país. Cadastro, evolução da cota e a carteira do fundo — direto da base CVM (~99 mil veículos cobertos).
funds_getCadastro de um fundo por id: gestor, administrador, CNPJ, classe CVM/ANBIMA, taxas, benchmark, aplicação mínima e status.
funds_quote_historySérie diária da cota (NAV), patrimônio, nº de cotistas e fluxos de captação/resgate.
fund_compositionCarteira do fundo (documento CDA/CVM, competência mensal): cada ativo, valor de mercado e % do PL. Aqui o fundo master, competência nov/2025.
Maiores posições em ações · % do patrimônio
MGLU321,97%
COGN316,21%
ASAI312,22%
CSAN311,42%
RENT39,17%
POMO46,94%
LREN36,64%
ALOS35,73%
VLID35,16%
Top posições em ações do Alaska Black Master (Magazine Luiza, Cogna, Assaí, Cosan, Localiza, Marcopolo, Renner, Allos, Valid). O fundo também carrega hedge (opções de venda, futuros de dólar/DI) e títulos públicos. Fonte: CDA/CVM.
funds_screenfunds_searchRanking de fundos por retorno, Sharpe, alpha, beta, vol — sobre os ~99 mil veículos CVM; a busca resolve nome/gestor/CNPJ → fund_id.
Melhores retornos 12m · fundos de ações distribuídos
Fundo
Ret. 12m
Sharpe
Vol
PL
Cotistas
Daycoval FMP FGTS Eletrobras
+84,2%
2,30
29,5%
R$ 136 mi
5,1 mil
Wellington Asia Technology
+84,1%
2,44
27,6%
R$ 98 mi
1,5 mil
XP FMP FGTS Eletrobrás
+83,8%
2,31
29,1%
R$ 1,16 bi
46,8 mil
BB FMP FGTS Eletrobras
+83,7%
2,29
29,3%
R$ 764 mi
26,3 mil
Caixa FMP FGTS Eletrobrás
+83,5%
2,30
29,2%
R$ 1,69 bi
81,9 mil
Itaú FMP FGTS Eletrobras
+83,5%
2,29
29,2%
R$ 1,09 bi
34,6 mil
Equitas Selection FC FIA
+56,6%
1,63
25,2%
R$ 172 mi
9,0 mil
907 fundos de ações no filtro (Sharpe ≥ 0,5); recorte editorial: só distribuídos (≥ 1 mil cotistas) — os primeiros do ranking bruto são veículos exclusivos. A história do ano: os FMP-FGTS Eletrobras lideram com ~84%, efeito do rali da Axia (ex-Eletrobras). Não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
funds_indicatorsMétrica completa de um fundo: retornos multi-janela, Sharpe/Sortino, vol, beta, drawdown, AUM, captação e cotistas — atualização diária.
Alaska Black FIC · risco e retorno · 30/06
Retorno 12m−12,0%
Retorno 5a−23,9%
Sharpe 1a−0,34
Volatilidade44,8%
Beta 1a2,43
Max drawdown−38,8%
PatrimônioR$ 638 mi
Cotistas6,1 mil
A outra ponta do ranking: beta 2,43 e vol de 44,8% — quem carrega risco Brasil alavancado sofreu no ciclo de juros (58% dos meses negativos em 12m; resgate líquido de R$ 139 mi).
fund_holdersLookup reverso: quais fundos carregam um ativo, e com que peso do PL — a contramão do fund_composition.
Quem carrega MGLU3 · 78 fundos · mai/26
Chicago FIA7,7% PL
Rio Assets FIA6,1% PL
Santander PB Roma III5,4% PL
Simon Quant FIA5,0% PL
Xeque-Mate FIM1,4% PL
Sarpen Sintropia Master1,3% PL
% do PL de cada fundo alocado no papel (documento CDA/CVM). Competências recentes são parciais — lag de sigilo da CVM; o retrato completo vem das competências fechadas.
fund_overlapSobreposição de carteira entre dois fundos: ativos em comum, peso em cada lado e fração compartilhada do PL — "esses dois fundos são redundantes?"
10,3%do PL compartilhado em nomes comuns · Jaccard 11,6% · 5 ativos em comum (19 × 29 posições)
Alaska Black Master × Dynamo Cougar Master · nov/25
Ativo
% PL Alaska
% PL Dynamo
RENT3
9,2%
9,5%
CSAN3
11,4%
0,2%
ASAI3
12,2%
0,03%
GGBR4
0,6%
3,2%
GOAU4
0,3%
4,2%
Duas teses quase disjuntas: RENT3 é a única convicção compartilhada de peso (~9% em cada). Overlap = Σ do menor peso em nomes comuns; só ativos com código confiável no CDA entram no match (crédito privado/swaps/exterior fora).
Matriz de correlação — fundos CVMAlaska Black FIC · Dynamo Cougar · Verde FIC · SPX Nimitz FIC · Kapitalo Kappa A · IBOV · 12 meses (jul/25 – jul/26) · 247 pregões
correlation_matrixA mesma matriz aceita fundos: mistura fund_id (fundos CVM), tickers B3 e índices na mesma chamada — cada identificador resolve na sua classe, sobre o retorno diário da cota.
O overlap de carteira acima, agora pela ótica dos retornos: os fundos de ações são quase beta de bolsa (Alaska 0,91 e Dynamo 0,87 vs IBOV); entre os macro, o SPX Nimitz é o que mais descola (0,34) e o Verde roda mais colado ao índice (0,72). Vol anualizada: Alaska 45,3% · Dynamo 19,9% · Kappa 8,2% · Verde 4,9% · Nimitz 4,4%. Retornos diários da cota (NAV, proventos reinvestidos) alinhados nas datas comuns. Simulação quantitativa — não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
FIIs · fundos imobiliários listados
Exemplo: MXRF11 (Maxi Renda), o FII com mais cotistas do Brasil — indicadores fundamentais e de risco — mais um ranking dos FIIs líquidos por dividend yield.
fii_getDetalhe de um FII por ticker: gestor, segmento, P/VP, dividend yield, VPC, PL, cotistas, retornos e prêmio vs IFIX.
MXRF11 · Maxi Renda · Papel Híbrido
Preço (01/07)R$ 9,69
P/VP1,03
DY mês (s/ VP)1,05%
VP por cotaR$ 9,37
PatrimônioR$ 4,31 bi
Cotistas1,47 mi
Retorno 12m+16,8%
Prêmio IFIX 12m+6,7 pp
fii_screenRanking/triagem de FIIs por indicadores — aqui maior DY mensal sobre VP, líquidos (presença ≥ 95%) e PL ≥ R$ 1 bi.
Maior dividend yield · líquidos
FII
DY mês
P/VP
PL (R$ bi)
Cotistas
XPML11
1,34%
0,96
7,03
748 mil
KNIP11
1,33%
0,99
7,48
73 mil
KNHY11
1,31%
1,01
3,08
28 mil
RECR11
1,26%
0,93
2,34
174 mil
KNUQ11
1,15%
1,03
2,18
55 mil
KNSC11
1,14%
1,04
1,77
265 mil
KNCR11
1,07%
1,04
10,96
559 mil
DY mensal sobre valor patrimonial (não LTM). 65 FIIs no filtro. Não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
Otimização de carteira
Alocação ótima entre 8 blue chips — PETR4, VALE3, ITUB4, BBDC4, ABEV3, WEGE3, BBAS3 e B3SA3 — maximizando o Sharpe com teto de 25% por ativo e 40% por setor, risk-free 14,75% a.a. (Selic).
portfolio_optimizeAlocação quantitativa sobre um conjunto de ações B3 (Markowitz max Sharpe, mín. variância, risk parity, dividendos, magic formula): pesos + retorno esperado, volatilidade, Sharpe, DY e setor — calculados no servidor.
Pesos ótimos · max Sharpe
VALE325,0%
ITUB425,0%
PETR423,0%
ABEV319,9%
WEGE37,1%
BBDC40%
BBAS30%
B3SA30%
BBDC4, BBAS3 e B3SA3 zeraram: no período, não melhoram o Sharpe da carteira — a exposição a Financeiro fica toda em ITUB4 (25%), dentro do cap setorial de 40%.
Estatísticas da carteira
Retorno esperado+33,5%
Volatilidade14,4%
Sharpe1,30
Dividend yield6,9%
Beta0,88
Ativos5 de 8
Exposição por setor
Financeiro · ITUB425,0%
Materiais básicos · VALE325,0%
Petróleo e gás · PETR423,0%
Consumo não cíclico · ABEV319,9%
Bens industriais · WEGE37,1%
Markowitz máx. Sharpe · retornos diários de 12 meses · calculado em 02/07. Simulação quantitativa — não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
Backtest de carteira
Carteira blue-chip equal-weight (PETR4, VALE3, ITUB4, ABEV3, WEGE3) vs Ibovespa e CDI — 12 meses, proventos reinvestidos, buy & hold.
Retorno acumulado · base 10002/07/2025 – 01/07/2026 · 252 pregões
portfolio_trackBacktest server-side de uma carteira vs benchmark(s): compõe dia-a-dia e devolve retorno acumulado, alpha, beta, tracking error, vol, drawdown e Sharpe.
Carteira+30,6%
Ibovespa+23,5%
CDI+14,7%
Alpha vs IBOV+7,0 pp
Beta0,74
Sharpe1,13
Volatilidade14,3%
Max drawdown−11,7%
Acompanhamento de carteiras recomendadas
Duas carteiras equal-weight (10 ativos × 10%, buy & hold) no formato das carteiras mensais de casas de análise — Ações e Small Caps. Backtest de 12 meses, decomposição da contribuição por papel, sensibilidade a juros e agenda de resultados — tudo calculado no servidor. Composição ilustrativa, não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
portfolio_trackBacktest server-side: compõe a carteira dia a dia e devolve a série base-100 + alpha, beta, tracking error, Sharpe e drawdown.
Carteira+36,4%
Ibovespa+30,7%
Alpha+5,7 pp
Beta0,94
Sharpe1,28
Volatilidade17,3%
Max drawdown−14,7%
Inf. ratio0,90
Carteira Small Caps vs Ibovespa vs SMLLBase 100 · 15/07/2025 – 14/07/2026 · 250 pregões · proventos reinvestidos
portfolio_trackAté 4 buckets na mesma chamada — aqui a carteira contra dois comparadores (IBOV e SMLL).
Carteira+35,7%
Ibovespa+30,7%
SMLL+4,0%
Alpha vs SMLL+31,8 pp
Beta (IBOV)1,20
Sharpe0,89
Volatilidade24,2%
Max drawdown−16,1%
Contribuição ao retorno · Ações · pontos percentuais
ENEV3+10,2 pp
AXIA3+8,2 pp
VALE3+5,0 pp
ITUB4+4,0 pp
PETR4+3,8 pp
ABEV3+2,7 pp
CURY3+2,7 pp
WEGE3+1,7 pp
EMBJ3+1,3 pp
TOTS3−3,1 pp
Energia carregou a carteira: ENEV3 (+101,7%) e AXIA3 (+81,5%) somam 18,3 dos 36,4 pp de retorno. TOTS3 (−31,1%) foi o único detrator.
Contribuição ao retorno · Small Caps · pontos percentuais
CSMG3+16,6 pp
JHSF3+12,1 pp
TEND3+5,4 pp
TTEN3+1,5 pp
PGMN3+1,4 pp
DIRR3+0,5 pp
SAPR11+0,5 pp
SMFT3−0,2 pp
VULC3−0,5 pp
POMO4−1,5 pp
Concentração típica de small caps: CSMG3 (+165,8%) e JHSF3 (+120,5%) explicam 28,6 dos 35,7 pp — sem elas, a carteira andaria de lado, como o SMLL (+4,0% em 12m).
rate_sensitivitySinal de juros: beta de cada papel à taxa da NTN-B 2035 (2 anos de retornos diários) — retorno esperado a +100 bps de juro real.
−7,6%carteira Ações · média equal-weight por +100 bps
Mais sensíveis da carteira
CURY3−12,9%
TOTS3−11,2%
ENEV3−10,5%
AXIA3−10,4%
ITUB4−8,9%
PETR4 (−2,0%) e VALE3 (−4,7%) amortecem a carteira. Barras na mesma escala do card ao lado.
rate_sensitivityMesma regressão pra carteira Small Caps — o risco escondido da classe no ciclo de juros.
−11,6%carteira Small Caps · média equal-weight por +100 bps
Mais sensíveis da carteira
PGMN3−15,9%
TEND3−15,5%
DIRR3−14,7%
SMFT3−13,6%
JHSF3−12,6%
A Small é ~1,5× mais sensível a juros que a Ações (−11,6% vs −7,6%) — com a NTN-B 2035 a 8,01% depois de abrir +183 bps em 2 anos, é o principal risco da carteira. Saneamento (CSMG3 −7,3%, SAPR11 −7,5%) é o que menos sofre.
calendar_searchAgenda de resultados dos papéis das carteiras — datas confirmadas no calendário B3 (ITR 2T26).
Resultados do 2T26 · 22/07 – 14/08
Data
Ações
Small Caps
22/07
WEGE3
—
30/07
VALE3
—
03/08
—
POMO4 · PGMN3
04/08
ITUB4
TEND3 · VULC3
05/08
AXIA3 · TOTS3
SMFT3
06/08
PETR4
—
10/08
EMBJ3
—
11/08
CURY3
DIRR3
12/08
ENEV3
—
13/08
—
JHSF3 · SAPR11 · TTEN3
14/08
—
CSMG3
19 dos 20 papéis com data confirmada (fonte: calendário B3/CVM); ABEV3 ainda sem agendamento. Semana de 03–07/08 concentra 8 resultados — a janela de maior risco de evento das carteiras.
Risco de crédito de um emissor
Exemplo: Axia Energia (ex-Eletrobras) — cruza o balanço com as debêntures da empresa (rating, covenants, eventos) num só score de atenção.
credit_overviewSnapshot de risco de crédito do emissor: banda de atenção + sub-scores (covenant, cobertura, alavancagem, refin., mercado, eventos), flags e uma linha por debênture.
Indicador quantitativo de atenção ao crédito — não é rating de agência nem recomendação (CVM Res. 20/2021). Rating de agência informado: brAAA (S&P).
Renda fixa · debêntures, títulos públicos e CRA/CRI
Crédito privado e soberano na mesma base: ~2 mil debêntures ativas (cadastro + mercado + camada de crédito do relatório do agente fiduciário), títulos públicos e futuros DI1 (registry + série diária ANBIMA) e ~6,4 mil CRA/CRI.
debentures_screenRanking/triagem de debêntures por YTM, duration, prêmio vs CDI, Sharpe, volume — com flags de covenant e default do relatório do agente fiduciário.
Maior prêmio vs CDI · 12 meses · emissões ≥ R$ 500 mi
Papel
Emissor
Índice
Venc.
Prêmio CDI 12m
Ret. 12m
Sharpe
Crédito
AERI11
Aeris
DI+
03/2030
1.666%
+245,3%
9,97
—
ONCO19
Oncoclínicas
DI+
11/2027
310%
+45,7%
1,08
covenant estourado
ELFA12
Elfa Medicamentos
DI+
12/2031
279%
+41,1%
0,81
covenant estourado
FURN21
Furnas
IPCA+
11/2029
247%
+36,3%
0,97
—
JSMLA5
Simpar
DI+
01/2031
199%
+29,3%
1,43
—
SIMH16
Simpar
DI+
12/2029
193%
+28,5%
1,52
AA(bra) · ok
DASAC5
Dasa
DI+
10/2031
187%
+27,5%
2,91
AA(bra) · ok
MOVIA3
Movida
DI+
03/2027
159%
+23,4%
2,73
AA(bra) · ok
199 papéis no filtro (Sharpe ≥ 0,5 remove os sem cotação recente); séries repetidas do mesmo emissor omitidas. Prêmios extremos (Aeris) refletem recuperação de papel estressado, não carrego. Flags de covenant/default vêm do Relatório Anual do Agente Fiduciário — cobertura parcial. Não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
debentures_getRaio-X de um papel: cadastro, remuneração, performance e a camada de crédito — rating, covenants apurados por trimestre, fatos relevantes.
NTN-B 2035 · taxa realTaxa indicativa ANBIMA · % a.a. acima do IPCA · jul/25 – jul/26
fixed_income_reference_listtitpub_quote_historyO registry resolve o ISIN (NTN-B, LTN, LFT, DI1…); a série diária traz PU, taxa indicativa e duration.
Juro real longo saiu de 7,34% pra 8,01% a.a. em 12 meses — mínima de 7,18% (04/12) e máxima de 8,28% (02/07); recuou a 8,01% no último pregão disponível (14/07), com o alívio inflacionário. PU em 14/07: R$ 4.220.
securitizations_screenTriagem de CRA/CRI por critérios cadastrais e de crédito — rating, subordinação, segmento, lastro, vencimento (~6,4 mil papéis: CRA agro + CRI imobiliário).
Emissão com rating mais recente · CRA do agro em 4 séries
Série
Classe
Segmento
Rating
Emissão
Vencimento
CRA026002BD
CRA
Pecuária
AAAsf(bra)
15/04/2026
15/10/2030
CRA026002BE
CRA
Pecuária
AAAsf(bra)
15/04/2026
18/04/2033
CRA026002BF
CRA
Pecuária
AAAsf(bra)
15/04/2026
15/04/2036
CRA026002BG
CRA
Pecuária
AAAsf(bra)
15/04/2026
17/04/2056
Emissão da Eco Securitizadora em 4 séries com vencimentos escalonados (2030 → 2056), todas AAAsf(bra). 464 papéis com rating publicado no universo de ~6,4 mil (CRA ~1,3 mil no agro, CRI ~5,1 mil no imobiliário); mercado secundário fino — a triagem aqui é cadastral e de crédito, não de taxa.
securitizations_getRaio-X de um CRA/CRI: securitizadora, remuneração, lastro, regime fiduciário, subordinação, rating e oferta — mais mercado, quando o papel tem cotação.
CRA026002BD · série 2030 da emissão
SecuritizadoraEco Securitizadora
Remuneração101,5% do CDI
Vencimento15/10/2030
PagamentoSó no vencimento
Lastro · segmentoCréditos · Pecuária
Regime fiduciárioSim
RatingAAAsf(bra) · Fitch · 06/05/26
OfertaPúblico em geral
CustodianteOliveira Trust
Certificados1,2 mi
Cadastro e crédito completos mesmo sem cotação — este papel, como a maioria dos CRA/CRI (>95%), não tem PU/YTM de secundário.
Raio-X fundamentalista de uma empresa
Exemplo: Petrobras (PETR4) — múltiplos e rentabilidade, preço justo por comparáveis e posição estatística vs pares do setor.
equities_get~100 campos fundamentalistas de uma ação B3: múltiplos, rentabilidade, endividamento, risco, momentum e liquidez.
relative_valuationPreço justo por múltiplos de pares: mediana dos comparáveis por lente aplicada às métricas do alvo → upside por múltiplo + faixa blended.
R$ 48,15+27,3% vs R$ 37,83faixa R$ 32 – 89
Upside por lente de múltiplo
P/L+136%
EV/EBITDA+120%
EV/EBIT+62%
P/VPA+27%
EV/Sales0%
P/FCF−14%
P/Sales−15%
Comps automáticos do setor (PRIO3, VBBR3, CSAN3, UGPA3, RECV3…). Cenário quantitativo, não é price target (CVM Res. 20/2021).
peer_comparePosição estatística vs pares do setor: comp table + mediana, com flag de prêmio/desconto por métrica.
Petrobras vs pares · Petróleo & Gás
Ticker
P/L
EV/EBITDA
ROE
DY
Dív/EBITDA
PETR4
4,5
3,6
25,6%
7,3%
1,4
PRIO3
16,4
7,0
9,7%
0,0%
2,6
VBBR3
11,7
7,6
14,0%
6,6%
2,6
UGPA3
9,5
6,0
18,0%
4,6%
1,9
RECV3
5,4
3,3
12,3%
10,8%
1,1
CSAN3
n/m
18,0
−29,9%
0,0%
9,7
Mediana setor
10,6
6,0
12,3%
4,6%
2,0
Flags do MCP: P/L "muito barato" (percentil 0), EV/EBITDA "desconto"; ROE, ROIC, margem e DY em prêmio vs setor.
Screener quantitativo · fator juros · séries
O screener fatia as ~490 ações da B3 por ~100 indicadores; o fator juros mede quem sofre com a abertura da curva; e as séries trimestrais abrem 5 anos de fundamentos contábeis e KPIs operacionais com proveniência de release.
equities_screenScreener da B3 por múltiplos, rentabilidade, crédito, risco, momentum e liquidez — qualquer combinação de ~100 campos, uma linha por empresa.
31 empresas passam no filtro (liquidez mínima ~R$ 17 mi/dia); top 8 por ROE. Construção civil domina a lista (Cury, Tenda, Direcional, JHSF, Plano&Plano, Moura Dubeux) — ROE alto com desconto típico do ciclo de juros. Não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
rate_sensitivityBeta a juros: regressão do retorno diário de cada ação contra a variação da taxa de um título de referência — aqui a NTN-B 2035 (juro real), 2 anos.
Se o juro real abrir +100 bps · retorno esperado
B3SA3−14,2%
BBDC4−11,5%
ITUB4−8,7%
BBAS3−8,1%
ABEV3−4,8%
VALE3−4,6%
WEGE3−4,4%
PETR4−1,7%
Financeiras são as mais sensíveis à curva; PETR4 é quase imune (r² 0,004 — juros não explicam o papel). Fator: taxa da NTN-B 2035, que abriu +183 bps no período (6,18% → 8,01%). Retornos com proventos reinvestidos; simulação quantitativa (CVM Res. 20/2021).
equities_fundamentals_history5+ anos de fundamentos trimestrais (85 campos por tri): múltiplos, margens, retornos, alavancagem — direto dos filings.
Do pico de 50% (4T2022, ciclo de commodities) ao vale de 9,9% (4T2024), de volta a 25,6% no 1T2026 — o mesmo número que aparece no raio-X acima.
equities_kpis_historybetaKPIs operacionais e gerenciais por setor (produção, Basileia, SSS, VSO…), extraídos dos releases de resultado — cada valor com proveniência: documento CVM, página e confiança.
Vale · produção de minério de ferro · Mt por trimestre
4T202489 Mt
1T202568 Mt
2T202593 Mt
3T202594 Mt
4T202590 Mt
1T202670 Mt
Sazonalidade clássica das chuvas no 1º tri (68 e 70 Mt) · LTM 347,4 Mt. Cada valor cita o release na CVM — ex.: 1T26 no relatório de produção e vendas (CVM, p. 6), confiança de extração 98%.
risk_statsDesvio padrão e risco por ativo, server-side: vol diária e anualizada dos retornos totais, retorno, max drawdown e Sharpe (vs CDI) — funciona com 1 ativo só e mistura classes na mesma chamada.
Risco e retorno · 4 classes de ativo na mesma chamada · 12 meses (jul/25 – jul/26)
Ativo
Classe
Vol anual
Vol diária
Retorno 12m
Max DD
Sharpe
MGLU3
Ação
56,9%
3,58%
−30,3%
−61,2%
−0,80
Alaska Black FIC
Fundo CVM (fund_id)
45,1%
2,84%
+4,3%
−38,8%
−0,23
PETR4
Ação
25,1%
1,58%
+33,9%
−22,2%
0,79
IBOV
Índice
17,0%
1,07%
+31,5%
−15,3%
1,02
NTN-B 2035
Título público (ISIN)
7,8%
0,49%
+1,5%
−6,6%
−1,69
A régua de risco inteira numa chamada — ação, fundo, título público e índice, ordenados por vol. MGLU3 oscila 3,58% ao dia (7× a NTN-B); com o CDI médio do período em 14,76%, só PETR4 (Sharpe 0,79) e IBOV (1,02) pagaram o risco; Alaska Black (−0,23) e a NTN-B 2035 (−1,69) ficam negativos — o juro real abriu no período, a mesma história do card de sensibilidade acima. Desvio padrão dos retornos diários totais (proventos reinvestidos). Simulação quantitativa — não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
risk_statsAté 25 ativos por chamada — o mapa inteiro sai de uma única resposta: vol, retorno e Sharpe por ativo, qualquer classe.
A linha tracejada é o CDI do período (14,8% a.a.) — quem está acima dela pagou o risco. ENEV3 e AXIA3 dominam o quadrante bom (Sharpe 2,81 e 2,54); WEGE3 correu 29% de vol pra entregar retorno de CDI; MGLU3 e TOTS3 tiveram o pior dos dois mundos — mais risco e menos retorno que o índice. Retornos com proventos reinvestidos. Simulação quantitativa — não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
Teleconferências · leitura de uma call
Exemplo: a call de resultados mais recente com transcript oficial na base — Dasa (DASA3) · 1T26, em 20/05/2026. O módulo cobre 696 calls de companhias B3, com transcript segmentado por speaker (CEO/CFO/analista), resumos por aspecto e um índice de confiança da administração trimestre a trimestre.
news_ir_events_searchnews_ir_call_summarynews_ir_transcripts_searchAcha a call, destila o resumo por aspecto (executivo, guidance, riscos, tom, Q&A) e abre o verbatim citável de cada trecho.
Resumo executivo
1T26 com crescimento forte de receita e volume, expansão de margens em mais um trimestre, melhora de caixa e redução de alavancagem — efeito da maturação das iniciativas estruturais, do foco no core e da disciplina de custos. A companhia entra em 2026 com base mais sólida e agenda de digitalização/IA para sustentar crescimento com rentabilidade.
Tom: confianteComentários iniciais assertivos e otimistas; Q&A mais granular e cauteloso — aceleração de capex e efeito calendário no 2T.
"Encerramos o período com uma evolução consistente na qualidade dos nossos resultados, crescimento forte de receita e volume, e expansão de margens em mais um trimestre consecutivo, reflexo da maturação das iniciativas estruturais implementadas ao longo de 2025."
— administração da Dasa, abertura da call · transcript oficial (RI)
Cada frase do resumo é auditável até o trecho verbatim do transcript. Temas do Q&A: capex e segmento premium · oncologia nordeste e desinvestimentos · crescimento por canal e frequência do 2T.
ir_sentiment_trendÍndice de confiança da administração (−1 cauteloso … +1 confiante), extraído do que a diretoria fala nas calls, trimestre a trimestre.
0,66+0,05 vs 3T25escala −1 a +1 · máxima da série
Evolução por trimestre
1T250,57
2T250,30
3T250,61
1T260,66
Por aspecto · 1T26
Margens+0,9
Momentum+0,9
Demanda+0,7
Visão setorial+0,7
Outlook+0,6
Investimento−0,2
Risco macro−0,2
Indicador proprietário Economatica, derivado da fala da administração na call — descritivo, não é recomendação (CVM Res. 20/2021).
ir_sentiment_overviewCorte cross-section de um trimestre: confiança da administração por setor (ou empresa/macro), com variação vs o tri anterior.
Confiança da administração por setor · 1T26 · 117 calls
Setor
Índice
Δ vs 4T25
Calls
Tecnologia da informação
0,68
+0,11
5
Comunicações
0,59
−0,01
3
Consumo não cíclico
0,51
+0,26
7
Petróleo, gás e biocomb.
0,49
−0,02
7
Saúde
0,49
−0,06
9
Consumo cíclico
0,45
−0,06
27
Materiais básicos
0,42
+0,07
12
Financeiro
0,36
−0,02
18
Utilidade pública
0,33
−0,10
14
Bens industriais
0,27
0,00
15
Escala −1 (cauteloso) a +1 (confiante). TI no topo, puxada por momentum de negócio e margens; consumo não cíclico teve o maior salto (+0,26); utilidade pública, a maior queda. Indicador proprietário Economatica — descritivo, não é recomendação (CVM Res. 20/2021).